domingo, 30 de janeiro de 2011

Sobre Exclamações e Outras Vontades


Numa manhã chuvosa de sábado
O tempo parece parar,
 Mas pessoas não param.
Indo e vindo em seus imutáveis cotidianos,
São incapazes de perceber o que os cerca
E vivem como se não fossem morrer.
Quando morrem, descobrem espantadas
Que não viveram.
Exclamações servem bem a esses momentos.

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